domingo, 3 de maio de 2015

Contra a opressão e a exploração NÃO TEM ARREGO!

As MPs 664 e 665 de Dilma PT retiram direitos trabalhistas e a PL 4330 das terceirizações vai jogar a CLT, literalmente, no lixo. As trabalhadoras e os trabalhadores não tem se calado diante dos ataques dos governos. As greves estão ocorrendo em diversos setores. Na educação não é diferente.

A categoria tem protagonizado greves em diversos Estados. No Estado de São Paulo estamos em greve desde o dia 13 de março, enfrentando um governo duro e truculento que sucateia a escola pública e se recusa dialogar, ignorando completamente as reivindicações da categoria. Apesar da truculência, as professoras e professores tem resistido bravamente.

O "Coletivo Contra Opressões Maria Bonita" é parte da construção dessa greve, defendendo o combate as opressões como parte integrante da luta sindical. Basta de machismo, racismo e homo-transfobia!

Venha você também construir esse coletivo, pois contra a opressão e a exploração, NÃO TEM ARREGO!

 

quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Encontro do Coletivo Contra Opressões "Maria Bonita"

Dia 06 de setembro, às 10h.! Encontro do Coletivo Contra Opressões "Maria Bonita". 
SUBSEDE Guarulhos, Arujá e Santa Isabel. 
RUA Leonardo Vallardi 203 - Guarulhos (Próximo ao Fórum Municipal)

sexta-feira, 29 de agosto de 2014

29 de agosto: Dia Nacional da Visibilidade Lésbica


LGBTfobia e Racismo nas escolas estaduais de São Paulo.

Opressão nas escolas

Pesquisa da Apeoesp, o sindicato dos professores do Estado de São Paulo, revela que mesmo com a ação de professores-mediadores, a discriminação está se disseminado nas escolas paulistas, mostrando a origem dos casos de bullying – a perseguição continuada.
O levantamento, feito em março de 2014 e disponibilizado ao Diário foi aplicado em todas as diretorias de ensino e mostra que as maiores vítimas são homossexuais e negros. Foram 2,1 mil entrevistados, entre eles 700 professores, 700 pais e 700 alunos.

No mesmo questionário, 36% dos professores disseram ter visto ou souberam de casos de preconceito contra homossexual, 29% contra negros e 18% contra nordestinos.

Em um caso recente, um aluno de 15 anos de Rio Preto chegou a levar uma faca de cozinha na escola para tentar se livrar dos abusos. O aluno do 1º ano do ensino médio da escola estadual Antônio de Barros Serra, no bairro Boa Vista, alegou que era chamado de homossexual, gordo e filho de lobisomen porque tem bastante pelo no braço. O adolescente foi ouvido e liberado e o caso encaminhado à Vara da Infância e Juventude.

A mesma pesquisa revela que os professores também são vítimas de discriminação dentro das escolas – 37% dos 700 ouvidos responderam ter sofrido discriminação.

Proposta do Estado

Para amenizar o problema, o Estado começou
oferecer curso de capacitação para professores mediadores. Foram capacitados 128 professores-mediadores especificamente para coibir comportamentos discriminatórios, como racistas, homofóbicos, entre outros. Uma ação importante, mas muito tímida haja vista o número de escolas em todo o Estado de São Paulo.


quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Minutas do PSDB para Educação Paulista são Machistas! Não aceitaremos mais esse ataque

Não é sem fundamento a afirmação de que combater o fim das opressões é fortalecer a luta da classe trabalhadora de conjunto. Com relação a categoria do magistério essa questão ganha ainda mais peso.
O MEC (Ministério da Educação) divulgou pesquisa na qual evidencia-se o fato de que as mulheres compõem 81,5% do total de professores da educação básica do país. Há 2 milhões de professores neste nível educacional, dos quais 1,6 milhão são do sexo feminino. Esses números refletem o quanto a opressão é utilizada pelo capitalismo para super explorar um setor da sociedade. 
O machismo é uma ideologia, ou seja, um conjunto de ideias falsas que cria uma falsa verdade e que é utilizada pelo sistema capitalista para manter a dominação e ampliar a exploração. A ideologia machista aponta como algo natural da mulher a atenção, a delicadeza e a meiguice, decorrentes do fato de serem mães. Sob este viés, cuidar de crianças, adolescentes e jovens seria uma extensão natural da maternidade. Desta forma, não há porque valorizar a atividade educacional, já que a mulher é "naturalmente" cuidadora, protetora, aquela que "naturalmente" foi criada para ensinar. Esta é uma questão importante, não a única, que explica a baixa remuneração da categoria. Não apenas isso, mas também a precariedade na contratação, nas jornadas de trabalho, na formação profissional entre outros fatores.
Há vinte anos o Estado de São Paulo é governado pelo PSDB. Ao longo desse período a Educação Pública tem passado por um amplo processo de sucateamento. Se hoje a situação não está pior é em decorrência da organização da categoria para defender a escola pública. 
A última tentativa de atacar ainda mais a categoria foi feita no final do mês de junho, quando o governo apresentou duas minutas, que são propostas de alteração no Estatuto do Magistério e no Plano de Carreira. Tratam-se, em síntese, de um conjunto de ataques que visam desmontar ainda mais a escola pública.
As minutas fortalecem a meritocracia, aprofundando a divisão da categoria, pois força a percepção equivocada de que a Educação é um ato individual e não social, coletivo; Prevêem a manutenção e aprofundamento das contratações precárias, com perdas de direitos trabalhistas imensas; Avaliação de direção com o evidente objetivo de aprofundar no interior da escola o assédio moral; O fim do período de recesso escolar para a categoria entre outros ataques.Destacamos aqui a alteração na jornada de trabalho:

Essa alteração, se aprovada, não atende a histórica reivindicação da categoria pela aplicação da jornada do piso, que prevê um terço da jornada pra atividades extra classe. A mudança apenas aumenta o tempo de permanência na escola, portanto, aprofunda ainda mais a exploração. Isso não é qualquer coisa em se tratando de uma categoria majoritariamente feminina. Infelizmente, as mulheres permanecem subjugadas a dupla ou tripla jornada, uma vez em decorrência do machismo, continuam escravas dos serviços domésticos e do cuidado dos filhos. O governo e o capitalismo sabem disso e não se intimidam em orquestrar ataques dessa natureza.
Não podemos aceitar!!!. É preciso denunciar, mas também nos organizar!!!. 
Provisoriamente, por conta da campanha eleitoral, o governo recurou, mas apenas momentaneamente. Já fez isso outras vezes e bem sabemos que esse governo não é digno de confiança. Não há outro caminho fora das lutas organizadas da categoria.
Temos muitos instrumentos de luta, dentre eles o sindicato e no sindicato o Coletivo Contra Opressões “Maria Bonita”.
Dia 25 de setembro, as 10h no Vão Liivre do MASP, acontecerá a Assembleia Estadual de Professores. Paralisar um dia nossas atividade e lutar em defesa de nossos direitos está na ordem do dia!!!
Procure o R.E (Representante de Escola) no seu local de trabalho, se não tiver um(a) eleja-se, organize sua escola para este dia e venha se somar a luta daquelas e daqueles que não aceitarão de braços cruzados os ataques do governo sobre nossa categoria. 
Mobilize-se!!! 

terça-feira, 1 de julho de 2014

Painéis temáticos marcam o 28 de junho na Subsede da APEOESP-Guarulhos, Arujá e Santa Isabel

Dia 28 de junho é um dia histórico do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros). Em 2014 celebramos 45 anos da Rebelião de Stonewall.Ainda hoje lutamos contra a violência que diariamente atinge milhares de lgbt's em todo o mundo. No Brasil, 1 lgbt é assassinada(o) por dia, um dado alarmante no país que gastou BILHÕES para sediar a Copa e que não investe um centavo na proteção a LGBTs. É preciso lutar contra a lesbofobia,  a homofobia, a bifobia e a transfobia. É preciso lutar contra a invisibilidade lésbica e os estupros corretivos. Lutar pela despatologização das identidades trans*. Por mais políticas públicas para o combate às opressões. Chega de descaso e violência! IMEDIATA APROVAÇÃO DA PLC 122/06 E PL 5002 , Lei João Nery. 

Por conta desta data histórica, o Coletivo Contra Opressões "Maria Bonita" organizou, na Subsede da Apeoesp-Guarulhos, Arujá e Santa Isabel, painéis que narram a história do movimento LGBT e o Levante de Stonewall com seus desdobramentos históricos. Vale a pena conferir. Faça uma visita a Subsede e se informe melhor sobre nossa organização. VENHA PARA O COLETIVO! ORGANIZE-SE! 








terça-feira, 3 de junho de 2014

Encontro do Coletivo Contra Opressões 'Maria Bonita"



Reunião ampliada do Coletivo Contra Opressões "Maria Bonita". Estamos presenciando um aumento generalizado de casos de machismo, racismo e LGBTfobia. A cada 3 TRêS minutos uma mulher sofre algum tipo de violência; A cada 26h um(a) LGBT é brutalmente assassinada(o) no país que vai sediar a Copa; A juventude pobre e negra da periferia sofre cotidianamente com a brutalidade da PM, passando por um verdadeiro genocídio. Todas essas questões, INEVITAVELMENTE, atravessam os muros da escola, portanto, ignorá-las ou recusar-se a debatê-la é um contra senso pedagógico. Neste sentido, é preciso organizar os setores oprimidos a partir de um recorde classista e independente para que possamos, consequentemente, combater o Machismo, o Racismo e a LGBTfobia dentro e fora dos muros da escola. Essa tarefa não é apenas dos setores oprimidos, mas do conjunto da classe trabalhadora. PARTICIPE !!!!! Rua Leonardo Vallardi - APEOESP - Gauraulhos - Próximo ao Fórum Municipal - Contato 11-99650-7032